OpenFlashcards nasceu de uma dor concreta no meu processo de estudo: eu queria testar uma forma mais deliberada de revisar conteúdo, organizar flashcards e aprender com feedback rápido. Em vez de tratar isso como um segundo produto ou um SaaS paralelo, a decisão foi abrir o projeto aos poucos e levá-lo para uma transição honesta em direção a open source.
Escopo inicial
O foco é pequeno por design:
- modelar um fluxo simples de estudo com repetição espaçada;
- validar quais features realmente ajudam no aprendizado;
- documentar decisões técnicas, trade-offs e aprendizados ao longo da implementação.
Por que abrir o projeto
Abrir o projeto ajuda a deixar claro o objetivo. O valor principal aqui não é operar um negócio paralelo, e sim aprender em público, compartilhar implementação e transformar uma hipótese vaga em um artefato técnico que pode ser discutido, revisado e evoluído.
O que eu quero medir
Em vez de vender uma promessa de produto, quero medir três coisas:
- se o problema está bem definido;
- se as features fazem sentido no uso real;
- quais aprendizados técnicos e de produto surgem ao iterar no projeto.
Leitura correta do projeto
OpenFlashcards deve ser lido como um projeto de estudo em transição para open source. Ele existe para explorar um problema real, testar soluções com escopo controlado e gerar contexto técnico melhor para portfólio, conversas de engenharia e aprendizado contínuo.